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domingo, 6 de julho de 2008
Encerramento das Atividades
InFog
sábado, 15 de março de 2008
A Segurança da Informação Pessoal e Corporativa
O conceito de segurança da informação não está ligado somente à computadores e seus sistemas, este é um termo muito mais amplo utilizado para dar a idéia de segurança de dados pessoais ou corporativos.
O termo sempre é associado à segurança de informações digitais, mas devemos nos lembrar que a informação pode estar em qualquer mídia, um cd-rom, um pendrive, uma folha de papel, um bloco de notas, uma agenda…
Imagine que você tem uma agenda, dessas de papel (lembra que isso existe?), e nesta agenda você tem todos os seus dados pessoas, compromissos, telefones de amigos e familiares, contatos profissionais, informações bancárias e etc. Agora imagine que você perde essa agenda… O que fazer? Toda a sua vida está nela, será muito fácil alguém se passar por você de posse te todas essas informações.
Continue lendo no InFog.
lshw com Saída para HTML
sudo lshw -html > ~/Desktop/hardware.html
É só isso, até mais!
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Teclado do Sony VGN-NR180E no Ubuntu Gutsy
Máquina: Sony VGN-NR180E
Sistema: Ubuntu 7.10 (em inglês)
Locales: en_US.UTF8
Para corrigir a falta de acentuação (português do Brasil) e "ç", como dica do InFog, alterei meu xorg.conf, adicionando no final da section input device (relacionada ao teclado):
Option "xkbVariant" "intl"
Maravilha, derrubei a interface gráfica, subi denovo e conseguia acentuar as vogais corretamente, porém o "ç" ainda não aparecia. Vasculhei alguns blogs e sites através do google e encontrei a solução. Alterando o arquivo /usr/lib/gtk-2.0/2.10.0/immodule-files.d/libgtk2.0-0.immodules e inserindo o en_US no final da linha do "cedilla", conforme mostrado abaixo:
"cedilla" "Cedilla" "gtk20" "/usr/share/locale" "az:ca:co:fr:gv:oc:pt:sq:tr:wa:en_US"
Aí foi só sair e entrar denovo no Gnome que estava tudo certo.
Fico por aqui, até mais!
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Conheça o Flashblock
Pois é as animações e propagandas em flash muitas vezes ocupam muito tempo da sua banda e muito de sua paciencia...Mas agora existe um jeito bloquear essas animações e só permitir a execução das que você realmente quer ver, como por exemplo um vídeo no youtube. Para fazer essa mágica de bloquear o flash você precisa apenas do flashblock, um complemento do firefox que faz o trabalho.
Depois de instalar a extenção você vai perceber que as animações passam a exibir apenas um ícone do flash que muda para uma tecla "play" quando você passa o mouse por cima, então a partir de agora você pode dar "play" apenas nas animações que deseja ver.
Depois que comecei a utilizar essa extenção não consigo mais utilizar a internet sem ela, é bem prático e te faz econimozar um bom tempo e uns megas.
InFog
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Configurando Mouse Canhoto no xorg.conf
Bem, mas é bem aqui que começou um probleminha, recentemente passei a utilizar o fluxbox no trabalho, abandonando o Gnome, isso deixou a máquina consideravelmente mais rápida, mas o fluxbox não tem uma interface de configuração onde você pode simplesmente marcar uma caixa dizendo que seu mouse é para canhoto, assim como existe em ambientes mais amistosos como o Gnome e o KDE, então a solução foi configurar isso no xorg.conf.
Lendo o manual do mousedrv:
$ man 4 mousedrv
Eu vi que existe a opção "ButtonMapping" que pode ser utilizada na sessão InputDevice onde o mouse é definido. Essa opção serve para mapear logicamente os botões físicos do mouse, e uma entrada padrão para ela seria essa:
Option "ButtonMapping" "1 2 3"
Essa entrada serve para um mouse com três botões (direito esquerdo e o click da roda). Mas como entender isso? É bem simples, basta contar os botões do mouse da esquerda para a direita:
O botão esquerdo é o número 1 fisicamente e neste caso logicamente também.
O click da roda do mouse é o botão 2 (física e logicamente).
E o botão direito é o botão 3 (também física e logicamente).
Sabendo isso fica fácil configurar o mouse para ser utilizado por canhotos, basta colocar esta entrada na sessão do mouse no arquivo /etc/X11/xorg.conf:
Option "ButtonMapping" "3 2 1"
Ou seja o botão esquerdo que é o botão físico número 1, mas agora ele é o botão lógico número 3.
O botão 2 (click do mouse) continua sendo ele mesmo.
E o botão físico número 3 que é o botão direito passa a ser o botão lógico número 1.
Como o X trata os botões através de seus valores lógicos essa configuração faz com que o mouse trabalhe no modo "canhoto".
Não é algo tão simples, e pode ser que você precise ver direito como são os botões físicos e lógicos do seu mouse, mas é uma solução que atende pessoas que precisam do mouse com os botões invertidos e que têm preferência por gerenciadores de janelas mais leves como o fluxbox, blackbox, windowmaker, etc.
Bem é isso!
InFog
sábado, 13 de outubro de 2007
Sistema de autenticação em PHP
"...o desenvolvimento WEB tem grandes diferenças do desenvolvimento desktop.
Então essa série de artigos visa demonstrar o desenvolvimento de um sistema de autenticação simples, utilizando a linguagem PHP e tendo como métodos de armazenagem de variáveis as sessões e os cookies.
Então vamos montar um roteiro a ser seguido..."
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InFog
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Ajude a divulgar a lista brasileira de equipamentos e serviços compatíveis com Linux
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
Semana de Tecnologia na Fatec Baixada Santista
Durante a primeira semana de outubro, do dia 1 ao dia 5 será realizada a Semana de Tecnologia da Fatec Baixada Santista. Durante a semana serão realizadas diversas palestras e minicursos. As palestras são de conteúdo técnico e podem ser assistidas por alunos e não alunos de graça. Os minicursos podem ser feitos por alunos e não alunos também.As inscrições para os minicursos acontecem nesta sexta-feira dia 28 das 16:30h às 20:30.
Eu vou realizar o minicurso de Desenvolvimento de Loja Virtual utilizando PHP e MySQL, então quem estiver interessado compareça nesta sexta-feira na Fatec para realizar a inscrição.
A FatecBS fica na Av. Bartolomeu de Gusmão, 110 - Aparecida - Santos/SP.
Maiores informações aqui.
domingo, 16 de setembro de 2007
Multimedia Debian

Bem em primeiro lugar devemos ter configurado em nossa source.list (/etc/apt/source.list) os repositórios contrib e non-free, se você não sabe fazer isso não tem problema, eu ensino:
Edite o arquivo /etc/apt/sources.list, a linha que é mais ou menos assim:
deb http://ftp.debian.org/debian/ stable main
Deve ficar assim:
deb http://ftp.debian.org/debian/ stable main non-free contrib
Para enteder melhor o que foi feito aqui e o que são as opções "contrib" e "non-free" adicionadas leia isso.
Após adicionar as opções atualize a lista de pacotes do apt:
# aptitude update
Ok, agora vamos lá, vamos instalar os pacotes para curtir um pouco de multimedia!
Vamos começar pelo mp3, existe um programinha tocador de mp3 que é utilizado via linha de comando, é o mpg321, eu já comentei sobre ele. Quando você instala esse tocador ele instala também os codecs necessários para a reprodução de mp3, o mp3-decoder, mas é claro que você pode instalar apenas o mp3-decoder.
Um excelente tocador de musicas para Gnu/Linux é o Amarok, ele organiza sua coleção de acordo com os artitas, separa os discos, mostra a letra da música em execução e mais algumas funcionalidades de fazer inveja a alguns players famosos. Ele é desenvolvido oficialmente para o KDE, mas não há problemas em utilizá-lo com outros gerenciadores de janelas, para instalá-lo use:
# aptitude install amarok
Instale também o engine do xine, que o Amarok usa para a reprodução:
# aptitude install amarok-xine
E não podemos nos esquecer do decoder mp3 do xine:
# aptitude install libxine1-ffmpeg
Pronto já pode curtir suas mp3 enquanto segue o restante do artigo =).
Vamos agora aos vídeos em wmv. Para assistir esse tipo de vídeo você precisa de uma certa coletânia de codecs que podem ser encontrados no pacote w32codecs, simplesmente faça o download desse arquivo e instale com o comando:
# dpkg -i w32codecs*.deb
Uma segunda opção é adicionar o repositório do debian-multimedia.org ao apt, esse é um projeto que tem o propósito de facilitar a vida de usuários Debian quando o assunto é multimedia.
Para fazer isso adicione esse linha ao seu arquivo /etc/apt/sources.list:
deb http://www.debian-multimedia.org etch main
depois disso atualize seu apt e instale o pacote debian-multimedia-keyring para configurar a chave GPG do repositório. Depois mais uma atualização já com a chave configurada:
# aptitude updateAgora basta instalar os codecs:
# aptitude install debian-multimedia-keyring
# aptitude update
# aptitude install w32codecsAgora use o seu player favorito para assistir os vídeos, eu gosto bastante do Kaffeine e também do MPlayer.
Vamos agora aos vídeos em Real Media. Esses são os mais chatinhos, pois em geral funcionam apenas com o Real Media Player que eu particularmente não gosto, motivos para isso? tenho sim! Uma vez estava vendo um vídeo e precisei abaixar o volume para atender ao telefone, acabou que eu não assisti o restante do vídeo e depois disso o som da máquina ficou no zero, eu então reconfigurei o alsa, chequei os mixers e nada e quando eu lembrei que o Real Media Player estava no volume zero eu percebi que ele é tão folgado que domina o som do PC completamente, nem o mixer do alsa ganha dele...
Mas então... há alguma alternativa?
Bem você pode instalar o Realplayer e não utilizá-lo, pois quando você o instala do repositório do Debian Multimedia ele instala os codecs e então você pode assistir os arquivos em qualquer player, no Kaffeirne funcionou muito bem, no MPlayer também. Então instale o Real Player com:
# aptitude install realplayer
Lembrando que você precisa ter o repositório Debian Multimedia para instalar o Real Player dessa forma.
Bem, então é isso, agora seu Debian vai ficar turbinado para assistir seus vídeos e ouvir suas músicas.
InFog
sábado, 8 de setembro de 2007
Gimp 2.4rc2 no Debian
Bem, vamos ao que interessa, testar o segundo RC já disponível para download no site do Gimp e já disponível também nos repositórios do Debian Sid.Para instalar esse Gimp você deve editar o seu arquivo /etc/apt/sources.list e adicionar essa linha:
deb http://ftp.debian.org/debian/ sid main non-free contrib
depois disso faça a atualização do apt com:
# aptitude update
e por fim:
# aptitude install gimp
Com isso ele vai baixar e instalar o novo Gimp.
Mas atenção, após isso remova a linha adicionada ao sources.list para que o apt não instale sempre os pacotes instáveis na sua máquina.
Por hoje é só.
InFog
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Utilizando o Debian Lenny

Mas espera aí, eu disse estável... Há outras? Sim há! As novas versões de programas que você conhece são adicionadas ao Debian instável, após um período de testes e adaptações ele passa para a versão de teste e se tudo correr no próximo lançamento Debian ele passa para a versão estável. Hum acho que confundi um pouco as coisas agora né?
Vamos pensar assim, o Amsn por exemplo, a versão mais nova dele (estável) é a 0.96, mas no Debian Etch (Atual Debian estável) a versão do Amsn é a 0.95, isso por que essa versão foi adicionada ao Debian Etch quando ele ainda era Teste, e quando ele passou a ser a versão estável o Amsn 0.95 veio junto. No Debian Lenny, que é a versão de testes atualmente o Amsn encontra-se na versão 0.96.
Mas a grande questão aqui é, eu posso usar o Debian versão de teste? Ele é seguro? Ambas as respostas são sim, a vantagem de utilizar o Debian teste é ter pacotes mais atuais, na verdade versões mais atuais, pois os pacotes da versão estável continuam sendo mantidos. Mas agora, como usar a versão de teste?
Simples você precisa apenas editar o arquivo /etc/apt/sources.list, se você ainda não conhece esse arquivo, deixe-me lhe mostrar como ele é, a formatação dele inclui linhas mais ou menos como essa:
deb http://ftp.debian.org/debian/ etch main contrib non-free
Um monte de coisa né? Mas não se assuste, olhe só o que cada coisa significa:
deb -> Aqui dizemos que queremos os pacotes com os binários, ou seja os programas em si, geralmente essa linha vem acompanhada de uma outra igual apenas trocando o deb por deb-src, o que significa que também queremos ter a opção de baixar os fontes dos programas.
http://ftp.debian.org/debian/ -> Essa linha diz qual é o servidor que o sistema busca para baixar os pacotes, existem muitos servidores com pacotes extras, eu mesmo só utilizo os pacotes do servidor oficial e o multimidia.
etch -> Aqui é que a mágica de troca de distribuição acontece, como você pode ver a minha opção é etch, ou seja o Debian estável atualmente, mas eu poderia usar o nome stable, para indicar que quero a versão estável não importa o codinome dela. Você pode usar aqui o nome testing para o Debian teste que é o Lenny atualmente, pode usar também unstable que é o Debian que recebe mais pacotes atualizados, mas é o instável, seu uso não é recomendado a não ser que você consiga resolver possíveis problemas. O codinome do Debian instável é Sid, Sid é o vizinho malvado no filme Toy Story, ser instável é bem a cara dele certo?
main contrib non-free -> Aqui são definidos os tipos de pacotes que você quer no seu sistema, "main" são os pricipais pacotes de software do Debian e os que utilizam licenças de software livre, "contrib" são os pacotes de software livre mas que contém alguma dependência de outros pacotes ou softwares não livres, e "non-free" que são so softwares cujas licenças impõem restrições de uso ou distribuição.
Agora que você já conhece um pouco melhor a estrutura do Debian fica fácil fazer a troca de versão. Utilize o editor de texto de sua preferência para alterar o arquivo /etc/apt/sources.list trocando o nome versão do Debian. No meu caso eu coloquei Lenny. Depois disso salve o arquivo, atualize a lista de pacotes e por fim faça a atualização do sistema... Como? Assim: Digite esses comandos como usuário root:
# aptitude update
# aptitude dist-upgrade
Você pode perfeitamente utilizar duas ou mais versões do Debian de uma vez, mas lembre-se de colocar uma linha para cada versão. Fora isso tenha em mente que o apt vai buscar sempre a versão mais atual do pacote, ou você pode escolher a versão à ser instalada utilizando o aptitude.
Bem, por hoje é só e boa sorte com seu novo Debian =)
InFog
sábado, 11 de agosto de 2007
Kiba-Dock
Agora imagine-se unindo essas funcionalidades à beleza dos atuais desktops 3D, você pode conseguir efeitos legais como esse:
Esse é o Kiba-Dock.
Vou demonstrar aqui a maneira de instalação do Kiba-Dock via apt. Fica mais fácil assim =)
Bem vamos lá, essas dicas são para o Ubuntu 7.04, mas aqui você encontra mais instruções para outras distros.
Adicione essas linhas ao arquivo /etc/apt/sources.list:
deb http://download.tuxfamily.org/3v1deb feisty eyecandy
deb-src http://download.tuxfamily.org/3v1deb feisty eyecandy
agora:
$ sudo aptitude update
$ sudo aptitude install kiba-dock kiba-dock-plugins
Prontinho, seu Kiba-Dock está instalado e pronto para usar =)
Vá ao menu aplicações->acessórios->Kiba-Dock e bom trabalho/diversão.
InFog
sábado, 4 de agosto de 2007
Instalação de Fontes no Ubuntu
Bem, mas o primeiro passo é conseguir as fontes =). No site NetFontes há uma porção delas e o melhor é que são free.
No Debian (Meu Notebook) foi bem simples, bastou criar uma nova pasta em /usr/share/fonts, por exemplo /usr/share/fontes/extras, colocar as novas fontes lá e reinicias o programa que eu quero que use as fontes.
Já no Ubuntu não foi bem assim :-( Nele além de colocar as novas fontes é necessário rodar o comando:
$ sudo defoma-font register-all /usr/share/fonts/extras/* -v
o DEFOMA é o Debian Font Manager, um utilitário de configuração automática de fontes.
InFog
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Praticidade com o htop
Quem já tentou monitorar processos com o comando top sabe o quanto ele não é amigável. É aí que eu lhes apresento a versão user friendly dele, o htop.
A instalação no Debian e derivados é super tranquila, basta um "aptitude install htop" e pronto.
Veja uma screenshot completa para conhecê-lo melhor:

Se a sua máquina tiver processador de núcleo duplo, ele é capaz de mostrar o uso de cada núcleo! Com ele você também pode ordenar os processos por algum dos campos:

Um caso típico de praticidade é na hora de enviar um sinal (kill por exemplo) para determinado processo:

Também é excelente para os administradores de sistemas GNU/Linux rapidamente mudarem a prioridade de determinados processos, simplesmente apertando F7 ou F8.
Instale e teste cada função, o menu inferior baseado nas teclas de função (F1 ao F10) torna tudo muito fácil e prático!
[]'s a todos os Tuxers!
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Novo Colaborador no TuxMasters
A partir de agora temos um novo colaborador aqui, ele é o sr. Diego Souza (Emphasis in Metal). Ele já realiza, em seu blog, um trabalho bem interessante sobre a linguagem Ruby e veio adicionar novos conteúdos ao TuxMasters.
Bem vindo novo Tuxer Emphasis in Metal.
InFog
segunda-feira, 23 de julho de 2007
Resolvendo Nomes com o Bind9
Quando você abre seu browser e digita algum endereço de site, como http://tuxmasters.blogspot.com o que acontece é o seguinte:
Sua Máquina: Nossa onde será que está esse http://tuxmasters.blogspot.com? Hum, eu não sei, bem vamos ver quem pode me dizer...
Nessa hora sua máquina (rodando GNU/Linux) verifica o arquivo /etc/resolv.conf para saber onde ele deve resolver esse nome, e é aí que entra o servidor de nomes do seu provedor. E então o papo continua...
Sua Máquina: Olá servidor de nomes do meu provedor, você pode, por favor, me dizer onde fica o http://tuxmasters.blogspot.com?
Servidor de Nomes: Olá, mas é claro que posso, ele fica em 201.201.201.202.
Sua Máquina: Muito obrigado servidor, vou para lá =)
Viu só? O servidor de nomes lhe deu o endereço IP do servidor, assim sua máquina sabe onde ir.
Aí você chega ao site e a vida é uma beleza.
Mas... E se o papo for assim:
Sua Máquina: Olá servidor de nomes do meu provedor, você pode, por favor, me dizer onde fica o http://tuxmasters.blogspot.com?
Tempo passando...
Sua Máquina: Servidor de nomes? Cade você?
Tempo passando...
Sua Máquina: Putz eu não sei onde fica o site e ninguém pode me ajudar... Bem, desisto, vou mostrar uma página de erro.
Você fica sem navegação, fica triste, desmotivado...
Mas porque não resolver isso? É bem simples você fazer a sua máquina resolver nomes também.
Você vai precisar de um software que resolva os nomes, e o mais utilizado é o Bind. Para instalá-lo no Debian (Ubuntu, Kurumin e outros Debian-like) basta um:
# aptitude install bind9
Ele vai instalar e iniciar o Bind9 para você. Para checar se ele está mesmo rodando use o comando:
# ps ax | grep named
Se aparecer uma linha como essa:
2789 ? Ssl 0:00 /usr/sbin/named -u bind
É porque o Bind está rodando.
Pronto tudo ok, agora só falta dizer para a máquina que ela é auto-suficiente em resolução de nomes, para isso altere o arquivo /etc/resolv.conf para:
nameserver 127.0.0.1
Prontinho, sua máquina já é capaz de resolver nomes =) Se você tem uma rede você pode colocar o bind em apenas uma máquina e mandar as outras resolverem nela, se a rede for grande espalhe alguns binds e configure as máquinas para resolver os endereços em alguns servidores direfentes, para que em caso de queda de um servidor a rede não pare de navegar.
InFog
sábado, 7 de julho de 2007
Desenvolvendo para a WEB
Porque usar uma distribuição GNU/Linux para desenvolver? Bem as vantagens são muitas, temos, por exemplo, ótimos editores de texto que fazem a marcação de código deixand-o muito mais legível. Esse abaixo é o Kate, que vem com o KDE.

Há também o Gedit para o Gnome. Para aqueles que preferem o desenvolvimento "O que você vê é o que você tem" há programas como o NVU ou o Amaya que é o editor oficial do W3C, e por falar em W3C, é incrível o tormento que um desenvolvedor WEB passa para desenvolver coisas que seriam relativamente simples graças aos padrões estabelecidos pelo W3C. Você desenvolve seus sites, testa no Firefox, Seamonkey, Konqueror, Opera e tudo sai bem, chega no nosso
queridoIE as coisas começam a complicar, é muito chato quando você utiliza padrões e o principal browser (por enquanto) não os aceita.
Agora você deve se perguntar:
Tá, mas como eu vou testar meus sites no IE usando Linux?. É muito simples, graças ao Wine e ao IEs4Linux você pode ter até três versões do Internet Explorer (6, 5.5 e 5) rodando, aliás, nem mesmo no Windows(r) você pode fazer isso.
Outra grande vantagem é pode utilizar um servidor WEB como o Apache de uma maneira muito simples, em distribuições como o Debian e o Ubuntu vocÊ pode fazer apenas um
aptitude install apachee pronto!
Para a edição gráfica há ótimos programas como o Inkscape, o GIMP e o Xara Xtreme.
Para os que utilizam animações em Flash eu recomendo uma olhada aqui.
Fora os programas que eu citei aqui há muitos outros que fazem coisas parecidas ou até melhores, mas estes são basicamente os que eu uso e recomendo.
Até mais =)
InFog
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Somando datas no PHP

Graças à função mktime() do PHP podemos somar datas de uma forma precisa e gerando apenas datas válidas!
A função funciona de uma forma bem simples, ela recebe como parâmetro uma hora e data, mas os parâmetros são separados, sendo assim você pode, por exemplo, colocar um parâmetro como esse:
$mes + 1
A função mktime pega essa soma e retorna a data válida!
Fabuloso não? Bem, para mais detalhes sobre essa função você pode consultar o manual do PHP.
Agora, se o que você quer é uma forma mais rápida de somar as datas sem preocupação do que é mktime(), então use as minhas funções sub_data() e som_data(). Ambas funcionam de forma muito parecida, elas recebem como parâmetro uma data no formato brasileiro "dd/mm/AAAA" e o número de dias que será somado à data. Se você, por exemplo, fizer isso:
$data_final = som_data("20/06/2007", 3);
O valor de $data_final será 23/06/2007.
Bem, você pode baixar as funções aqui. Mesmo usando as funções que eu escrevi eu sugiro que você estude o código e entenda o que ele faz, você verá que não é algo tão complexo assim =)
InFog
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Retirando os Ícones do Sistema no Gnome

Eu pessoalmente não gosto de ícones na área de trabalho pelo simples fato de que quando você precisa deles você tem que minimizar tudo, então é bem mais prático manter uma barra de ícones. Bem, vamos ao que interessa: Retirar os ícones do desktop do Gnome.
Para fazer isso você precisa usar o programa gconf-editor, para isso abra um terminal e digite:
$ gconf-editor
Nessa janela que abriu escolha, à esquerda, o menu "apps->nautilus->desktop", à direita será mostrada uma lista com os ícones exibidos no desktop, basta retirar a seleção dos icones que você não quer. A opção volumes_visible serve para mostrar as midias inseridas/conectadas à máquina, tipo um cd-rom ou um pen drive. Como as alterações são feitas assim que você desmarca as opções não há botão de salvar, basta fechar a janela.
Pronto, bem melhor sem aqueles ícones (in)úteis heim?
InFog










